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É hoje que a gente vai às urnas para decidir. Lembrando que depois não adianta chorar ou reclamar... Agora, as boas-vindas ao pessoal da torcida uniformizada do Painel: Dr. Enéas de Andrade Cunha, médico e meu contemporâneo de IETC, lendo meu segundo livro, E a gente era feliz... quem também se liga neste canto é o Joaquim Pedro Sobrinho, presidente da Sociedade Assistencial do Bairro São José, que completa 30 anos de atividades... casal dr. José Careta e Edna Chimello Careta, que fala com carinho das crônicas do meu livro... outro casal que lê a gente é o Renê Papacídero e Alení... o José Roberto, Guilherme e equipe da Doctor-Shoes, que inaugura loja de varejo no Shopping do Calçado em novembro... e mais, muitos mais. Para abrir o papo de hoje, uma frase que li, de autor desconhecido, mas que gostei muito. “Eu costumava ficar chateado, agora acho só engraçado!”
Como o avô é o agente de publicidade dos netos, apresento hoje uma das bênçãos que Deus nos mandou: o garotão Luís Felipe Rodrigues de Resende, ou o Pipe, que é caçula do meu genro Joaquim e da minha filha Cláudia. Ele completou 3 anos na sexta-feira e recebe o beijo meu e das vovós Cida e Luzia, representando todo mundo que gosta muito dele.
Um dado curioso é o alto número de cães em nossa cidade. São cerca de 60 mil animais, sem contar as demais espécies, como gatos, que fica em torno de 5 mil. Depois vêm os pássaros e até alguns criadores de cobras. Para se ter uma noção dessa quantidade, basta citar o que é comercializado em rações para cães, que chega a 200 toneladas mensalmente em Franca, lembrando que nem todos eles se alimentam de ração. Alguns comem somente sobras da comida da casa. As raças predominantes são poodle, pincher, fox, pitbull, fila, pastor, doberman e o S.R.D. (Sem Raça Definida), que é o clássico ‘vira-lata’, o mais resistente a doenças e que menos ocupa os veterinários. Outro detalhe curioso diz respeito aos artigos vendidos nos Pet Shops: há coleiras (até anti-latido), roupas, camas térmicas , cinto de segurança para passear no carro, calça higiênica e até unha de silicone emborrachada, para não arranhar o dono. Por outro lado, tem muita gente que não conhece essa mesma mordomia oferecida aos cachorros...
Os banqueiros costumam regular aumentos de salário para os empregados, mas continuam faturando até o que não têm direito. Dia desses, leitor e amigo nosso me mostrava, revoltado, o extrato bancário onde aparece uma nova modalidade de tarifa: Cheque ‘a maior’. Refere-se a uma cobrança-extra sobre o pagamento de um cheque com valor superior a R$ 5 mil. Vejam se não é revoltante. O banco hoje em dia cobra para ‘guardar’ o seu dinheiro (que é usado por eles nos empréstimos feitos diariamente) às mais absurdas taxas. O pior é que está sempre com o aval do Banco Central e do Governo!
Um japonês entrou num ônibus da rodoviária do Tietê, em São Paulo, com destino ao Rio de Janeiro, e foi falar com o motorista:
- Olha,amigo, tenho que descer em Taubaté. Faz dois dias que não durmo direito e tenho medo de pegar no sono.
- Não tem problema. Eu chamo.
- Mas tem um detalhe... quando acordo eu fico mal-humorado. Se acaso eu começar a xingar, quiser brigar e não quiser me levantar, me empurre pra fora do ônibus, tá?
- Deixa comigo.
Mais tarde o japonês acordou já avistando o Cristo Redentor. Enfurecido, começou a reclamar.Um outro passageiro comentou com o colega do lado:
- Puxa! Que japonês nervoso!
- Isso não é nada.Você tinha que ver o outro japonês que o motorista colocou pra fora lá em Taubaté...
Hoje uma receita diferente: pão de queijo de inhame. Foi passada pela ouvinte e leitora,
Ana Lúcia de Souza Nicácio, que é dona de casa e tricoteira. Aprendeu num curso de culinária
INGREDIENTES
600 g de inhame
1 xícara (chá) de polvilho doce
2 xícaras (chá) de queijo ralado
1 colher rasa de sopa de sal.
MODO DE FAZER
Cozinhar o inhame em água, depois escorrer e passar pelo espremedor. Acrescentar o polvilho, queijo, sal e amassar bem. Fazer as bolinhas e levar para assar.
29/10/2006
Governador em visita à Francal em 1971 Esta foto foi tirada durante a 3ª Francal, nos pavilhões ‘Américo Pizzo’. Aparecem, (
29/10/2006
Governador em visita à Francal em 1971 Esta foto foi tirada durante a 3ª Francal, nos pavilhões ‘Américo Pizzo’. Aparecem, (