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Espaço oferecido pela Cultura à APL não tem acordo

Por Redação | Jornal de Piracicaba |
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Divulgação
Para os acadêmicos, a sugestão é inviável porque o edifício não pode ser usado como endereço fiscal da APL
Para os acadêmicos, a sugestão é inviável porque o edifício não pode ser usado como endereço fiscal da APL

Ainda não foi desta vez. Terminou sem acordo mais uma reunião entre representantes da Prefeitura e da Academia Piracicabana de Letras (APL), que debatem a indicação de um prédio que pode funcionar como sede fixa da entidade, principal representante da memória cultural da cidade.
Na tarde de ontem, o secretário municipal de Cultura, Carlos Alberto Beltrame, recebeu um grupo de acadêmicos e voltou a oferecer como sede dependências da Biblioteca Municipal. Mas a indicação não agradou.

Para os acadêmicos, a sugestão é inviável porque o edifício não pode ser usado como endereço fiscal da APL. Outra questão discutida é que os acadêmicos perderiam muito em autonomia. A entidade precisa de um local onde os integrantes possam entrar e sair até aos sábados, domingos e feriados, sem que seja necessário solicitar antes.

“E se obtivermos as chaves”, informou uma representante da academia ouvida pela reportagem, “seria muita responsabilidade por conta do imenso acervo da Biblioteca, como computadores. A APL não quer ser responsável por um patrimônio que não lhe diz respeito.”

Outras sugestões 

Outros locais foram sugeridos como sedes viáveis pelos acadêmicos e pelo vereador Pedro Kawai, que acompanha o caso desde o início dos debates. Embora a relação sugerida seja mantida em sigilo, a Administração prometeu conferir se existe viabilidade.

Os acadêmicos deixaram o gabinete do secretário esperançosos e receberam de Beltrame a promessa de que novos encontros serão agendados, até que se chegue a um denominador comum.
Estiveram com Beltrame, além de Kawai, a presidente da APL, Raquel Delvaje, o vice-presidente Vitor Vencovsky, as secretárias Elisabete Bortolin e Ivana de Negri, e a tesoureira Carmen Pilotto.

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