HANDEBOL

Brasil entra em quadra no Mundial e conta com gols de atleta piracicabana

Por Erivan Monteiro | erivan.monteiro@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Wander Roberto/COB/Divulgação
Mariana Costa foi a artilheira do Brasil na estreia, diante da Ucrânia
Mariana Costa foi a artilheira do Brasil na estreia, diante da Ucrânia

A Seleção Brasileira feminina de handebol faz nesta sexta-feira (1º) sua segunda partida no Campeonato Mundial que está sendo disputado na Escandinávia (Dinamarca, Noruega e Suécia). Após uma vitória indiscutível diante da Ucrânia, por 35 a 20, na estreia, o time verde e amarelo entra em quadra diante do Cazaquistão, às 14h, em busca de mais um triunfo.

Na partida da tarde desta sexta-feira, Piracicaba será representada pela ponta-direita Mariana Costa. Aos 31 anos, ela é uma das líderes do elenco. Paulistana, a atleta descobriu sua vocação na Noiva da Colina, onde veio morar com a família quando tinha apenas 10 anos.

Na Seleção Brasileira desde 2010, Mariana Costa tem no currículo o título mundial de 2013, aos 21 anos. Atualmente, é uma das mais experientes e referência técnica. No jogo de estreia, a “canhotinha” marcou sete gols contra a Ucrânia e foi a artilheira, ao lado da armadora Bruna de Paula.

Além da conquista de 2013, Mariana Costa levantou ainda com a Seleção Brasileira a taça de bicampeã Pan-Americana (2019, em Lima, no Peru; e em 2023, em Santiago, no Chile). Por clubes, foi campeã na Austrália (2014/2015); e na Dinamarca (2016/2017), entre outras conquistas.

O Brasil está no Grupo G do Mundial, jogando na cidade dinamarquesa de Frederikshavn. Na estreia, as brasileiras usaram uma camisa alusiva ao primeiro título, conquistado há exatos 10 anos. Aliás, as meninas buscam do bi sem “peso”, pois já estão asseguradas nos Jogos Olímpicos de Paris, na França, em 2024, após o título do Pan-Americano do Chile.

INÍCIO

Mariana Costa começou no handebol por meio do Programa de Esporte de Base, da Prefeitura de Piracicaba, e depois no Clube Handebol de Piracicaba, antes de ganhar o mundo. “Esportivamente falando, ela iniciou em Piracicaba”, conta, orgulhoso, o educador físico Adriano Antonio da Costa, de 60 anos, pai da jogadora.

Adriano torce por uma boa campanha do Brasil na Europa e, em especial, pela camisa 88. “A expectativa que a seleção faça um ótimo mundial e chegue nas olimpíadas com confiança e chances reais de uma medalha para coroar uma carreira de vitórias e conquistas”, opinou.

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