A Vara do Júri de Piracicaba distribuiu cem senhas para controlar o acesso do público ao júri do caso Carolina Dini Jorge que é realizado nesta quinta-feira (21) na Sala do Júri do Fórum de Piracicaba. Na manhã de hoje, por volta das 9h30, uma fila se formava no local, quando o julgamento de Anderson dos Santos Andrade, ex-marido de Carolina e autor do feminicídio, ainda não havia começado. Não é permitido filmar ou mesmo fotografar o julgamento.
O crime ocorreu no dia 24 de março de 2022 na rua Ajudante Albano, bairro São Dimas, em frente à Escola Estadual Honorato Faustino. Carolina foi atacada pelo ex-marido quando foi buscar a filha na escola. Após matar a vítima, o réu fugiu e foi preso no Rio de Janeiro, seis dias depois. Desde então, o réu está preso.
O júri é formado por sete pessoas. São eles que decidem se o réu é culpado nos quesitos apresentados na sentença de pronúncia acolhida pela Justiça. O julgamento é presidido pelo juiz titular da Vara do Júri e Execuções Criminais de Piracicaba, Luiz Antonio Cunha. O promotor de Justiça Aluísio Maciel Neto, autor da sentença de pronúncia, representa o Ministério Público.