Os policiais civis da 2a Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) apreenderam porções de maconha enterradas no quintal, no Santa Teresinha, na tarde desta sexta-feira (24). A droga foi localizada com a ajuda do pastor belga de malinois Eagle, da delegacia especializada. Um homem foi preso acusado de envolvimento com o tráfico de drogas.
De acordo com os policiais, a equipe foi checar informações que davam conta que um homem já conhecido nos meios policiais e com passagens criminais por roubo e tentativa de homicídio, estaria comercializando entorpecentes. Os agentes foram até a casa do suspeito, onde realizaram monitoramento. Durante os trabalhos velados, os investigadores observaram uma grande e típica movimentação de comercialização de entorpecentes e constataram ainda que devido à dificuldade de entrarem naquele momento – em flagrante delito- , a equipe optou por elaborar relatório de investigação para posterior representação junto ao Poder Judiciário para expedição do mandado de busca e apreensão no local.
Os
policiais retornaram à casa do suspeito, por volta das 13h, onde
teriam surpreendido o homem no momento em que fracionava porções de
maconha, tentando então se desfazer dos entorpecentes, jogando-os
por cima do muro vizinho, mas foi detido.
Questionado se tinha
droga em casa, alegou que possuía apenas um pedaço de 50 gramas de
maconha, o qual estava fracionando-o para venda e acabara de jogar
por cima do muro, porém devido ao grande fluxo de vendas observado
no local, a equipe constatou que a quantia localizada não condizia
com mencionado fluxo. Os policiais utilizaram o cão de faro da
unidade. Egle indicou o local onde estava enterrado a droga debaixo
de um piso falso no quintal.
O homem foi conduzido à sede da
delegacia especializada, onde foi autuado em flagrante sob acusação
de tráfico de drogas e depois levado à carceragem, onde ficou até
ser apresentado à audiência de custódia. As porções de
entorpecente foram encaminhadas para análise do IC (Instituto de
Criminalística).
Cristiani Azanha
crisazanha@jpjornal.com.br