O cenário internacional entra em tensão máxima neste sábado (3). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumiu a autoria de uma operação militar de “larga escala” na Venezuela e afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país por via aérea.
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“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve”, disse Donaldo Trump, via Truth Social.
A madrugada foi de terror em Caracas, com registros de fortes explosões, sobrevoos de caças e cortes de energia elétrica.

O governo venezuelano confirmou ataques também nos estados de Miranda, La Guaira e Aragua, declarando estado de emergência imediato.
Em comunicado, Caracas classificou a manobra como uma “agressão imperialista extremamente grave” com o objetivo de tomar o controle das reservas de petróleo e minerais do país.
Até agora, não há confirmação oficial sobre vítimas ou danos, mas a tensão cresce com o risco de escalada militar no continente. Analistas alertam para impactos diretos na economia regional, especialmente no preço do petróleo, e para possíveis reflexos diplomáticos no Brasil, que mantém relações comerciais com a Venezuela e depende da estabilidade na fronteira norte.
Maduro assinou o decreto que estabelece estado de exceção em todo o território nacional. "Todo o país deve se mobilizar para vencer essa agressão", concluiu. Presidente convocou todas as forças sociais e políticas para ativar planos de mobilização e rejeitar o que chamou de "ataque imperialista".
“Essa agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais e coloca em risco a vida de milhões de pessoas”, disse o Governo da Venezuela.
Presidente venezuelano declarou que o objetivo dos Estados Unidos seria "tomar os recursos estratégicos do país": "especialmente petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da nação".
* Com informações do portal UOL e do jornal O Tempo