ACIDENTE

Homem de 52 anos morre após ser atropelado por trem no Vale

Por Da redação | Guaratinguetá
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/Maps
Linha férrea nas proximidades da avenida Basf, onde ocorreu o atropelamento
Linha férrea nas proximidades da avenida Basf, onde ocorreu o atropelamento

Um homem de 52 anos morreu após ter sido atingido por um trem em Guaratinguetá, no final da noite de quarta-feira (31). Ele chegou a ser socorrido à UPA da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de quinta-feira (1º).

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A vítima foi identificada como Donizete de Carvalho Teixeira, 52 anos. A morte foi confirmada pelo filho. Segundo ele, o pai não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

O acidente aconteceu na região da avenida Basf, no bairro Engenheiro Neiva, na altura do km ferroviário 287,300, em Guaratinguetá. Agentes ferroviários da MRS Logística informaram à Polícia Civil o caso de atropelamento ferroviário na cidade.

Eles disseram que encontraram Donizete caído perto da via férrea. Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros prestaram socorro à vítima, que foi levada para a UPA de Guaratinguetá.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima encontrava-se com forte cheiro etílico e possuía histórico de problemas de coluna, segundo o relato de populares, com episódios anteriores em que teria ficado imobilizado na região dos trilhos.

Maquinista

O maquinista do trem disse à polícia que trafegava dentro da velocidade regulamentar quando avistou, em área de baixa luminosidade, “um objeto sobre a via, acionando imediatamente farol, buzina e freio de emergência”. Ele só constatou tratar-se de uma pessoa quando já estava “muito próximo”, impossibilitando a parada total antes do impacto.

Os agentes ferroviários foram ouvidos pela polícia e confirmaram a versão do maquinista, ratificando “todas as circunstâncias do atendimento e da dinâmica do fato”.

Logo após o acidente, eles disseram que a MRS acionou a equipe de inspeção para avaliação técnica do trem, verificando danos e comprometimento da segurança operacional da via férrea.

O caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental na modalidade não criminal, além de perigo de desastre ferroviário. O caso segue em investigação.

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