COMANDO VERMELHO

Imagens de Japinha do CV morta em operação no Rio chocam a web

Por Da redação | Rio de Janeiro
| Tempo de leitura: 2 min

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o corpo de uma jovem conhecida como “Japinha do CV”, morta durante a Operação Contenção, realizada na terça-feira (28) no Rio de Janeiro. A mulher, identificada também pelos apelidos “Penélope” e “Musa do Crime”, era apontada pela polícia como integrante do Comando Vermelho (CV) e teria morrido em confronto com agentes de segurança.

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De acordo com informações preliminares, a suspeita teria atirado contra policiais durante a ação e acabou atingida por disparos de fuzil. Ela morreu no local.
A Operação Contenção foi uma das maiores ofensivas policiais da história recente do Rio, resultando em quase 120 mortes e mais de 80 prisões.

Operação de grande escala

A ação, que envolveu cerca de 2,5 mil agentes das polícias Civil e Militar, teve como objetivo enfraquecer o poder de facções criminosas atuantes em diferentes comunidades.

Segundo a Secretaria de Segurança, quatro policiais também morreram durante a operação, que mobilizou unidades especiais e equipes táticas em diversas regiões do estado.

Imagens repercutem nas redes sociais

Após o confronto, fotos da suspeita começaram a circular em redes sociais e aplicativos de mensagens, gerando grande repercussão.
Autoridades alertam que compartilhar imagens de vítimas de operações policiais é crime, podendo configurar vilipêndio a cadáver e violação de direitos de imagem.

Antes da morte, “Japinha do CV” costumava publicar fotos em redes sociais com armas de grosso calibre, vestindo equipamentos táticos e posando em meio a fuzis e munições.

Atuação no tráfico

De acordo com investigações da polícia, a jovem atuava na linha de frente do tráfico em áreas dominadas pelo Comando Vermelho. Sua função seria proteger rotas de fuga e pontos estratégicos usados pela facção.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que busca identificar outros integrantes da quadrilha mortos ou foragidos após a operação.

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