INVESTIGAÇÃO

Toffoli volta atrás: provas do caso Master devem ir à PGR

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Andressa Anholete/STF
Na nova decisão, tomada na noite de quarta-feira (14), o ministro autorizou que a PGR realize a extração e análise de todo o acervo probatório apreendido.
Na nova decisão, tomada na noite de quarta-feira (14), o ministro autorizou que a PGR realize a extração e análise de todo o acervo probatório apreendido.

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou atrás e determinou que os materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes envolvendo o Banco Master, sejam encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Inicialmente, Toffoli havia decidido que os itens ficariam lacrados e sob custódia do STF, em Brasília.

Leia mais: Toffoli manda lacrar provas e PF vê risco à investigação

Na nova decisão, tomada na noite de quarta-feira (14), o ministro autorizou que a PGR realize a extração e análise de todo o acervo probatório apreendido. Toffoli estabeleceu que caberá ao procurador-geral da República garantir a guarda adequada dos materiais, com preservação dos dispositivos eletrônicos até a realização das perícias.

Com a medida, a Polícia Federal continua sem acesso imediato aos materiais recolhidos. Toffoli também determinou que o diretor-geral da PF seja notificado e autorizou o envio direto dos itens à PGR.

A operação teve 42 alvos e incluiu novas buscas em endereços ligados ao controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, além da prisão temporária do investidor Fabiano Campos Zettel. Também foram alvos o empresário Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora Reag Investimentos. As investigações apuram o suposto esquema de fraudes financeiras, com bloqueio e sequestro de bens que ultrapassam R$ 5,7 bilhões.

*Com informações do Metrópoles

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