Durante entrevista, o ministro foi questionado sobre possíveis riscos relacionados ao cenário internacional e às atividades diplomáticas. Segundo Nunes Marques, as equipes responsáveis pelo monitoramento de riscos não identificaram situações que indiquem ameaça ao processo eleitoral.
“Até o momento, não temos nenhum indicativo concreto de interferência internacional”, afirmou.
O presidente do TSE também declarou que não recebeu relatórios da Polícia Federal (PF) ou da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que apontem algum tipo de risco relacionado às eleições.
“Nosso indicativo das equipes que monitoram riscos não aponta nenhum tipo de risco. Nós não temos nenhum relatório da PF, da Abin, que aponte nenhum tipo de risco. Não recebemos nenhum indicativo concreto”, disse.
Eleição ocorre normalmente
Nunes Marques também avaliou o andamento da votação neste domingo. De acordo com o ministro, o processo eleitoral ocorre de forma “bastante exitosa”, com apenas 0,2% das urnas do país substituídas até o momento da declaração.
O presidente do TSE destacou ainda que a votação segue normalmente nas seções eleitorais.
Durante a entrevista, o ministro também falou sobre a preparação para o pleito e fez um agradecimento à ministra Cármen Lúcia, sua antecessora na presidência da Corte, pelo trabalho realizado antes das eleições.
“Como vocês sabem, o dia de hoje só é possível em razão de uma longa preparação que antecede o período eleitoral”, declarou.
Nunes Marques afirmou que o resultado positivo do processo eleitoral também deve ser atribuído aos servidores da Justiça Eleitoral e à ministra Cármen Lúcia.
“Teremos com certeza uma eleição exitosa, mas esse êxito também precisamos dividir com os servidores e com a ministra”, acrescentou.