INTERIOR DE SP

Aluna de 17 anos esfaqueia a colega, de 15, em escola estadual

Por Simone Machado | da Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/captura de tela/Instagram
Conforme a Polícia Militar, a vítima é aluna do primeiro ano do ensino médio e foi atingida na cabeça por outra estudante, do segundo ano.
Conforme a Polícia Militar, a vítima é aluna do primeiro ano do ensino médio e foi atingida na cabeça por outra estudante, do segundo ano.

Uma adolescente de 15 anos foi esfaqueada dentro da sala de aula em uma escola estadual de São José do Rio Preto, a 440 quilômetros da cidade de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (10). A suspeita é uma outra aluna da unidade, de 17, segundo a polícia.

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Conforme a Polícia Militar, a vítima é aluna do primeiro ano do ensino médio e foi atingida na cabeça por outra estudante, do segundo ano.

A agressão foi cometida durante a troca de professores e não havia docente na sala de aula no momento. A adolescente suspeita da agressão foi encaminhada à delegacia, acompanhada dos pais. A reportagem não conseguiu identificar o responsável pela defesa da adolescente suspeita.

A vítima levou dois golpes de faca e foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Ela foi levada ao Hospital de Base, onde está internada.

O hospital informou que devido à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) não pode informar o estado de saúde da adolescente, apenas confirmou que ela passa por atendimento no local.

Ainda segundo informações da PM, a adolescente agressora chegou atrasada à escola e teve a entrada autorizada após o término da primeira aula.

Ela estava com uma faca escondida na mochila e teria ido diretamente para a sala onde a vítima estava. Não há revista na escola.

Alguns alunos relataram aos profissionais da escola, conforme a polícia, que não houve briga antes da agressão. No entanto, as duas alunas já haviam se desentendido anteriormente.

Em nota, a Secretaria Estadual da Educação disse repudiar qualquer forma de violência dentro ou fora das escolas. E disse que assim que os profissionais tiveram conhecimento dos fatos as autoridades foram chamadas.

Uma equipe do Conviva (programa de melhoria da convivência e proteção escolar), composta por psicólogos, está na unidade escolar para prestar atendimento e acolhimento aos demais alunos, acrescentou a secretaria.

Por causa da ocorrência, os alunos das turmas envolvidas foram dispensados.

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