VIOLÊNCIA

Homem foi morto em rampa de secretaria após briga por ciúme

Por Vitor Moretti | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Google
Corpo de Agnaldo Alexandre de Moraes, de 54 anos, foi localizado na manhã da última segunda (25) por um funcionário da Secretaria Estadual da Fazenda de Araçatuba
Corpo de Agnaldo Alexandre de Moraes, de 54 anos, foi localizado na manhã da última segunda (25) por um funcionário da Secretaria Estadual da Fazenda de Araçatuba

A Polícia Civil de Araçatuba, por meio da Delegacia de Homicídios, esclareceu o assassinato de Agnaldo Alexandre de Moraes, de 54 anos, encontrado morto na manhã da última segunda-feira (25), na rampa de acesso ao prédio da Secretaria Estadual da Fazenda, na Vila Mendonça. O autor confessou o crime e afirmou que o motivo teria sido ciúme.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Paulo Natal, a vítima mantinha um círculo de amizades restrito, composto por pessoas em situação de rua. Essas pessoas foram identificadas e ouvidas ao longo da semana.

Os depoimentos foram essenciais para que a polícia chegasse ao suspeito, identificado pelas iniciais O.R.S. Na manhã desta sexta-feira (29), ele foi localizado e levado à delegacia para prestar depoimento. Durante o interrogatório, confessou ter assassinado Moraes.

“O autor esclareceu que, no último domingo (24), encontrou a vítima em uma praça e, dali, seguiram até o local dos fatos para ingerir bebida alcoólica. Já sobre a rampa, iniciaram uma discussão por causa de uma mulher, também em situação de rua”, explicou o delegado.

Ciúme

Durante a discussão, o autor chamou Moraes de “talarico”, alegando que a mulher seria companheira de outra pessoa. A vítima, então, teria agredido o investigado com socos. Para se defender, o suspeito afirmou que passou a enforcá-lo até perceber que ele havia desfalecido. Mesmo com a vítima desacordada, continuou as agressões e fugiu em seguida.

Liberado

Após ser ouvido, o homem foi submetido a exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) e autorizou a coleta de material genético para eventual confronto de DNA. Como não houve situação de flagrante e não foi decretada prisão pela Justiça até o momento, ele responderá ao processo em liberdade.

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