BEBIDA APRECIADA

Café movimenta mercado milionário em Jundiaí e região

Por Redação |
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Clay Banks / Unsplash
Os dados consideram despesas com pó de café, cápsulas e também o consumo fora de casa, como cafeterias e restaurantes
Os dados consideram despesas com pó de café, cápsulas e também o consumo fora de casa, como cafeterias e restaurantes

Neste domingo (24) foi comemorado o Dia Nacional do Café, data que celebra uma das bebidas mais amadas do país. Em Jundiaí e região, o grão, além de muito apreciado, também movimenta um mercado milionário. De acordo com dados do Índice de Potencial de Consumo (IPC Maps), o consumo de café deve movimentar cerca de R$ 81,3 milhões em Jundiaí ao longo de 2026.

Este valor deve representar crescimento de 7,1% em relação ao ano passado, quando os gastos com o produto somaram R$ 75,9 milhões no município. Em Jundiaí, a classe C concentra a maior fatia do consumo, com previsão de R$ 32 milhões em gastos ao longo do ano, seguida pela classe B, com R$ 30,1 milhões. Já a classe A deve movimentar R$ 14,3 milhões, enquanto as classes D/E somam R$ 4,7 milhões.

Entre as faixas de renda, o maior avanço percentual na cidade foi registrado nas classes D/E, com crescimento de 15,6% em relação ao ano anterior. A classe C também apresentou expansão significativa, de 14%. Em contrapartida, a classe B teve retração de 7,6%. Os dados consideram despesas com pó de café, cápsulas e também o consumo fora de casa, como cafeterias e restaurantes.

Na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), a projeção é ainda maior: o consumo deve alcançar R$ 137,3 milhões neste ano, alta de 8,4% na comparação com 2025, quando o montante registrado foi de R$ 126,6 milhões.

Ainda na RMJ, a classe C também lidera o potencial de consumo, com R$ 59,1 milhões previstos para 2026, seguida pela classe B, com R$ 47,6 milhões. A classe A deve responder por R$ 20,3 milhões em gastos, enquanto as classes D/E devem consumir cerca de R$ 10 milhões em café. Assim como em Jundiaí, a classe A apresentou o maior crescimento percentual na RMJ, com alta de 30,5% frente ao ano passado. Já a classe B também tende a ter queda de 1,8% no período.

Em todo o Brasil, de acordo com a pesquisa, a bebida deve movimentar cerca de R$ 24 bilhões ao longo deste ano, o que representa um crescimento de 8,1% em relação ao ano passado.

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