NO GUARDA-ROUPA

GM de Várzea acusado de estupro e tentativa de homicídio é preso

Por Redação | MPSP
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No caso, de agosto de 2025, o homem cometeu violências contra a companheira, trocou tiros com guardas de outro município e fugiu
No caso, de agosto de 2025, o homem cometeu violências contra a companheira, trocou tiros com guardas de outro município e fugiu

Um guarda civil do município de Várzea Paulista denunciado por cometer uma série de crimes contra a companheira e tentar matar agentes de segurança foi preso na manhã da última sexta-feira (17) na cidade.

De acordo com a Promotoria de Louveira, em agosto de 2025 o acusado praticou, em sequência e no mesmo dia, agressões físicas contra a mulher, além de estupro mediante cárcere privado, associado a maus-tratos. Ao ser localizado por integrantes da Guarda Municipal de Louveira, ele efetuou disparos de espingarda contra três agentes em serviço e fugiu por uma área de mata.

A denúncia, oferecida pelo promotor de Justiça Rafael Morais de Oliveira, inclui crimes de lesão corporal grave em contexto de violência doméstica, estupro, sequestro com maus-tratos, tentativa de homicídio qualificado contra os agentes públicos e maus-tratos contra oito cães encontrados no veículo do investigado. A prisão preventiva havia sido decretada em março de 2026, mas o cumprimento do mandado enfrentou dificuldades, com indícios de falhas operacionais e possível vazamento de informações que teriam permitido a fuga do réu.

Diante do cenário, o Ministério Público articulou atuação com órgãos especializados, garantindo o cumprimento da ordem judicial na sexta. Profissionais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) participaram da ação, por conta da periculosidade do indivíduo.

O homem foi localizado no endereço indicado no mandado, onde estava escondido dentro de um guarda-roupas, sendo apreendido no local um colete balístico da Guarda Civil Municipal de Várzea Paulista. A vítima foi encaminhada para atendimento especializado. O caso segue sob acompanhamento do MPSP, que avalia medidas adicionais de proteção.

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