Quatro homens acusados de envolvimento na morte de Giovana Pereira Caetano de Almeida, de 16 anos, vão a júri popular. A decisão foi tomada após a Justiça acolher a denúncia apresentada pelo Ministério Público, e divulgado nesta sexta-feira (17).
A adolescente, que morava em São José do Rio Preto, desapareceu em 2023 depois de sair para uma suposta entrevista de emprego. Os restos mortais dela só foram localizados meses depois, enterrados em uma propriedade rural em Nova Granada, aproximadamente 160 km de Araçatuba.
Entre os réus estão o dono do sítio onde o corpo foi encontrado, o caseiro do imóvel, um mecânico e um funcionário ligado ao caso. Dois deles seguem presos preventivamente, enquanto os outros respondem ao processo em liberdade.
Segundo a investigação, os acusados devem responder por crimes como homicídio qualificado, ocultação de cadáver, omissão de socorro e, em parte das denúncias, feminicídio. A definição sobre a responsabilidade de cada um será analisada pelo Tribunal do Júri.
O caso começou a ser esclarecido após uma denúncia indicar que havia um corpo enterrado no sítio. A Polícia Militar foi até o local, e a apuração avançou até a localização dos restos mortais da jovem. A data do julgamento ainda não foi informada.