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São Paulo registra primeiro caso de sarampo em 2026


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Paciente adquiriu a doença em viagem à Bolívia
Paciente adquiriu a doença em viagem à Bolívia

A Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso de sarampo no Estado em 2026. Trata-se de uma bebê, de seis meses, sem histórico de vacinação para a doença e moradora da Capital paulista. A bebê esteve na Bolívia em janeiro deste ano e apresentou início de febre e manchas na pele no dia 8 de fevereiro.

O caso foi confirmado pela SES-SP no dia 4 de março, por meio de exames laboratoriais. De acordo com o Ministério da Saúde, este é o primeiro caso registrado no país este ano.

Em 2025, o estado de São Paulo teve dois casos importados de sarampo. No Brasil foram confirmados 38 casos de sarampo em todo o ano passado: Distrito Federal (1); Rio de Janeiro (2); São Paulo (2); Rio Grande do Sul (1); Tocantins (25); Maranhão (1); e Mato Grosso (6).

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O que é a doença

O sarampo é uma doença infecciosa e altamente contagiosa e já foi uma das doenças que mais provocou mortalidade infantil em todo mundo. O Ministério da Saúde destaca que, apesar de avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização.

O paciente com sarampo apresenta erupções avermelhadas na pele e coceira intensa nas mãos, sintomas que podem ser confundidos com outras doenças virais. A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo.

Vacinação é principal proteção

A vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e a primeira dose deve ser ministrada aos 12 meses de idade. A segunda dose deve ser dada aos 15 meses. Para quem não tem comprovante de vacinação na infância, é necessária a imunização com duas doses, no intervalo mínimo de 30 dias, se a pessoa tiver entre 5 e 29 anos. Pessoas de 30 a 59 anos devem tomar apenas uma dose.

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