EM OBRAS

Ponte entre São José e Nuporanga começa a ser construída

Por Pedro Dartibale | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Divulgação
Obras sendo realizadas para a ponte entre São José e Nuporanga
Obras sendo realizadas para a ponte entre São José e Nuporanga

A construção de uma nova ponte na vicinal Jorge Luiz, entre São José da Bela Vista e Nuporanga, foi iniciada após a interdição do trecho no km 5,8, sobre o rio Buritis, causada por danos estruturais provocados pelas chuvas. A obra emergencial prevê investimento de R$ 3,3 milhões e tem prazo estimado de oito meses para conclusão.

O ponto estava bloqueado depois que a antiga galeria foi comprometida, gerando transtornos para moradores, trabalhadores e produtores rurais que utilizam a estrada diariamente. A via é uma das principais ligações da região, especialmente para o escoamento da produção agrícola.

A obra será executada pela empresa Alta Engenharia e busca resolver um problema recorrente no trecho, que costuma ser afetado em períodos de chuva.

A intervenção foi viabilizada após articulação da deputada estadual Delegada Graciela (PP) junto ao Governo do Estado, a partir de solicitação da Prefeitura de São José da Bela Vista.

“Trabalhamos com prioridade junto ao Governo do Estado e à Artesp para garantir uma solução definitiva para essa importante ligação viária. Sabemos dos transtornos enfrentados pela população e não medimos esforços para que essa obra emergencial fosse autorizada. É um compromisso do nosso mandato com a segurança, a mobilidade e o desenvolvimento da nossa região”, destacou a parlamentar.

O prefeito Valter Cássio (PSD) afirmou que a obra atende a uma demanda antiga do município e deve trazer solução para os problemas enfrentados no local.

“Essa é uma demanda urgente e histórica para o município. A atuação da deputada Delegada Graciela foi fundamental junto ao Estado para que pudéssemos avançar com rapidez e trazer uma solução concreta para a população”, afirmou.

A expectativa é que a nova ponte ofereça mais segurança e durabilidade, reduzindo o risco de novas interdições e garantindo a trafegabilidade na vicinal, considerada estratégica para a mobilidade e a economia regional.

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