Perdoar faz bem!


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Pedro interroga a Jesus: “Mestre, quantas vezes perdoarei a meu irmão? Sete vezes? Com a resposta “não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes”, estaria o Divino Instrutor ensinando que se deveria perdoar apenas 490 vezes? Não. Ensinava Ele que devemos perdoar vezes infinitas.

E perdoar seria esquecer? Também não. A memória é-nos a faculdade da lembrança, ou nada saberíamos! Perdão é muito mais! É a queda do orgulho e da exagerada autodignidade. Exemplos convincentes: Chico Xavier e Madre Tereza, de Calcutá. Não tinham orgulho e nem se diziam dignos bastante para se sentirem ofendidos. Enquanto isso, contabilizavam a certeza de que somos, todos, atrasados, por isso, habitantes de um planeta de incompreensivos.

Vê-se que são muitos os motivos para que não ofendamos e nem nos sintamos ofendidos: um momento de ira, ignorância da natureza dos fatos, um descontrole emocional, atraso espiritual, mas, eles, um dia, encontrarão barreira intransponível na grandeza de nosso espírito, capaz de nos colocar acima das suscetíveis fraquezas humanas.

Contudo, o mais importante, no contexto apreciado, é que pesquisadores sérios realizaram estudo científico cuja conclusão mostra que 65% dos pacientes pesquisados que perdoaram seus ofensores tiveram melhora mais rápida na saúde que aqueles que continuaram remoendo mágoas e com disposição para contraírem moléstias mais graves.

Ora, até por questão de saúde, o melhor a fazermos é exercitar o perdão, conforme recomendara Jesus, lembrando que a mágoa pode ser tóxico letal, a envenenar quem a carrega.

 

Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, dir.Inst. de Divulgação Espírita de Franca
 

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