No Espiritismo


| Tempo de leitura: 1 min

A Doutrina Espírita não se arroga dona da verdade. Reconhece-se apenas caminho comprometido com as leis da Natureza, que são as leis divinas. É, portanto, meio pelo qual exercitamos a busca constante do alinhamento do psiquismo humano com o psiquismo universal. É comprometimento de esforço de conscientização da necessária harmonia com o Todo. É empenho racional e fundamentado na busca do conhecimento das relações espírito/matéria.

Perfeitamente explicável, porquanto, é o desagradável impacto que causa aos mais informados a leitura de uma crônica em jornal de considerável circulação, onde vibram afirmativas falsas sobre o que a autora chamou de atendimento em centro espírita. Relata que um amigo enfrentava problema emocional e, depois de frustrar-se em várias tentativas de curar-se, foi a um centro espírita, onde foi atendido entre cantos, benzeções e outras atividades.

Na evidência de que desconhece os mais elementares fundamentos do Espiritismo, posto que nenhuma casa espírita minimamente orientada pratica qualquer tipo de culto exterior, o bom-senso requer recomende-se buscar a vivência dos princípios do Evangelho de Jesus, o conhecimento que nos move à transformação redentora de nossas culpas clamorosas, como remédio, às vezes, amargo, a nos promover a verdadeira cura.

Empenhemo-nos na própria superação moral. Qualifiquemo-nos a sintonia mental com espíritos benfeitores, e eis que, automaticamente, tomarão o lugar antes ocupado por espíritos perversos e malfeitores, dignos, porém, da nossa caridade transformadora. Lembremo-nos: a verdadeira cura vem de dentro!

Quanto à divulgação de opiniões, é do Excelso Mestre: “Seja o teu falar sim, sim, não, não.”

Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, dir.Inst. de Divulgação Espírita de Franca
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários