Pesquisas científicas, a par de avançada tecnologia, já descobriram centenas de outros planetas. Muitos são diferentes, outros parecidos com a Terra.
Diante das informações colhidas pelos centros espaciais, não é das piores a ideia de que, ali, haja vida, embora os cientistas continuem sem resposta para a sua indagação, que não é nova.
Referentemente ao nosso texto da semana passada, neste espaço, e nossa conclusiva consideração sobre vida alienígena, alguém pode questionar: “Haverá, então, conflito entre o Espiritismo e a ciência? A resposta é “não” e jamais haverá, posto que ciência é aspecto fundamental da Doutrina Espírita.
A questão se instala, quando os cientistas se referem à vida, tendo como parâmetro a da Terra, concorrendo elementos como carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, etc.
O fato de o Espiritismo afirmar que todos os planetas são habitados saltaria facilmente à compreensão de boa vontade, por duas grandes razões: a revelação de espíritos de alta hierarquia intelectual e moral e a lógica da constituição do Universo infinito. Cada sol que se nos mostra como simples pontos de luz - que não se prestam apenas ao nosso deleite e porque na Natureza nada é inútil -, abriga algum número de planetas que, do ponto de vista evolutivo, se conformam por superiores, inferiores e semelhantes ao nosso, portanto conformados por diferentes dimensões.
Bem a propósito, muito nos ajudaria, afastado o preconceito, a apreciação do capítulo intitulado “Há muitas moradas na casa de meu Pai”, de O Evangelho segundo o Espiritismo.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, dir.Inst. de Divulgação Espírita de Franca
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