Quando a Bíblia diz que Jeová determinou que comêssemos o pão com o suor do nosso rosto, entendemos que se trata mais do esforço evolutivo que nos cumpre envidar e menos da sustentação da vida física.
A finalidade da nossa existência é a evolução, em movimento de retorno à Casa do Pai, de onde, pela nossa rebeldia e pelo não cumprimento das supremas leis, ausentamo-nos, conforme demonstrado na parábola do “Filho Pródigo”, enunciada pelo nosso Mestre Jesus.
Esforçando-nos por banir da nossa individualidade os defeitos que carregamos, suamos nas lutas do dia a dia, em busca de nossa redenção espiritual.
Faz-se imperioso que entendamos a mensagem do Evangelho de Jesus. Além do trabalho que nos torna habilitados para o próprio aprimoramento, incorporarmos as virtudes-roteiro que nos guiam para o supremo objetivo.
Valorosa alavanca do progresso moral e intelectual, o trabalho digno nos conduz à redenção do passado culposo, melhora o meio em que nos situamos, transforma a vida para melhor e nos eleva, aditando-nos ao patrimônio íntimo renovados valores, que nos favorecem as divinas conquistas.
Poderíamos até subsistir sem o trabalho digno, com recursos imorais, mas perderíamos a parte mais importante da existência, qual a da qualificação que o labor nos atribui, na forma de expansão da inteligência e do merecimento.
Ademais, lembrando Rui Barbosa: “o trabalho dignifica e enobrece o homem”, ao nos esforçarmos em atividades produtivas, visando à conquista dos recursos indispensáveis, fazemo-nos cocriadores, engajando-nos na grande Obra Divina da construção de uma humanidade fraterna e feliz.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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