Mulher


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O mundo reconheceu! E consagrou o 8 de março Dia Internacional da Mulher.

À vista da igualdade entre homens e mulheres, lembremo-nos, antes de tudo, de que não somos um corpo que tem um espírito e, sim, um espírito que, temporariamente, tem um corpo. Aquele é a essência. É quem pensa, sente e age.

E como o Espiritismo enxerga o papel da mulher na sociedade? Ora, sendo os corpos por meio dos quais nós, homens e mulheres, nos manifestamos, morfologicamente diferentes, somos, no entanto, todos espíritos, criados absolutamente iguais, filhos do mesmo Pai, destinados a sermos felizes, voltando ao reino de Deus, para o que empreendemos a nossa senda evolutiva, reencarnando vezes incontáveis para vivenciar experiências engrandecedoras, às vezes, como homem, outras vezes, como mulher.

Repetindo Jesus, na questão 817, de O Livro dos Espíritos, Luminares espirituais asseguram que somos todos absolutamente iguais perante a Lei Divina. Isso nos obriga a considerar que a supremacia que alguns homens exercem sobre a mulher, seja pela força física, seja pelas leis que criaram em seu proveito, é triste expressão da imoralidade, a defrontar a Suprema Justiça.

Quando as leis humanas estiverem em mais conformidade com os Superiores Desígnios, haverá mais respeito à igualdade de direitos.

Se fisicamente, a mulher não é forte quanto ao homem, ela lhe é, no campo da sensibilidade, infinitamente superior. Geradora de vida, cooperadora na construção da sociedade, faz-se merecedora da respeitosa proteção do homem, seu devedor de parceria na divinização do espírito.

 

Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
 

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