A marmota é um roedor que tem o hábito de hibernar durante o inverno gelado de algumas regiões, principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, onde lhe consagraram um dia do ano (2 de fevereiro), comemorado com muita festa. Segundo as tradições, o fato de a marmota aninhar-se, para hibernar, é sinal de que o inverno chega e conforme sua pressa em dormir e sua posição no ninho avalia-se o quanto será rigorosa a estação no ano.
Aqui, para nós, nada de especial senão a possibilidade de tirarmos algumas ilações: a nossa atitude há de ser positivamente ativa diante do tempo que não para; jamais nos recolhermos ante os problemas que nos afligem; administrarmos, ativamente e com empenho, a própria vida, fazendo-a proveitosa para a necessária evolução espiritual; não nos acomodarmos em zona de conforto, para aproveitarmos as inúmeras chances que a Sabedoria Divina nos oferece; recusarmo-nos a olhar as dificuldades apenas como problemas, para as aplicarmos como possibilidades evolutivas.
Quase sempre nos desculpamos, justificamo-nos, vitimizamo-nos, para fugir dos compromissos a que somos convocados. O tempo passa, e cada hora, cada dia são oportunidades de renovação!
Oportuno que evoquemos o filme “O Dia da Marmota”. Ali, um caso interessante: o meteorologista que vai fazer uma reportagem sobre a data, verifica que está vivendo o que já vivenciara no ano anterior. É, então, que ele aproveita para modificar situações que se sabiam danosas, graças ao que sua reputação perante a população cresce e ele se vê valorizado.
Assim nossas experiências nas sucessivas reencarnações. Se não podemos mudar os fatos já ocorridos, mudemos o modo de viver, operando novos fatos!
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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