Presente de Natal


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Natal é tempo de euforia, aguardado com expectativa de emoção pelo reencontro de amigos, pessoas queridas e a seletiva troca de presentes. Na opulência, a felicidade se expande, embora efêmera. Na pobreza, é relativizada ao desconforto, só aceito por resignação.

Os abstraídos por interesses outros, ignoram o que é Natal. Aniversário?!

E, enquanto não se lembram de Jesus, Papai Noel se impõe como garoto-propaganda a alavancar os lucros. A meninada, ricos e pobres, nutre igual desejo, realizável para poucos, irrealizável para tantos.

Os presentes os compramos por impulso. Pais há que não vêem outro jeito, projetam dívidas para além do outro Natal. Já, os abastados oferecem o artigo da moda, o importado mais vendido, o lançamento da vez, mas não passam de frustradas tentativas de agradar.

No entanto, há um presente, que nada custa, que não se adquire em magazines. É esse que devemos oferecer ao Divino Aniversariante. Qualquer um pode ofertá-lo. Chama-se alegria, felicidade. Pode ser a alegria de um sorriso, de um abraço amigo, de um aperto de mão, de consoladora palavra de carinho. O gesto amigo, a bondade sincera.

Os Luminares espirituais, por meio da Doutrina Espírita, nos asseguram que Jesus é o nosso personagem mais importante. É Ele o governador espiritual do planeta. É a Ele que compete promover a espiritualização desta humanidade, desde os primeiros tempos, e permanecerá conosco para nos erguer luz acima.

Esforcemo-nos por entregar-Lhe o presente da atitude caridosa em favor dos deserdados, do esforço transformador, para que nossos corações, como o Seu, abriguem os infelizes que se retardam nas sombras.

 

Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca 

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