Parece que a apreciação do projeto de legalização do aborto, no Brasil, após sofrer solavancos neste ano, fica para 2019. É que parcela da sociedade brasileira não desiste da tentativa de legalizar a intervenção abortiva que diz preocupar-se com a saúde da mulher, inobstante combine outros motivos inaceitáveis, entre eles a simples recusa da gestante de levar a termo a gravidez.
Num planeta de provas e expiação, como o nosso, a concepção é o primeiro e importante passo para novas experiências redentoras de um passado que pesa em culpa para a essência do ser humano — o espírito —, que já vive, sente, pensa e é, por via de regra, afetivamente ou não, ligado à mulher que o recebe. Que se considerem as implicações espirituais do aborto, além da indisfarçável covardia em assassinar-se alguém sem voz e sem meios para defender-se.
Descriminalizar o aborto não o torna nem mais ético, nem mais moral, mas sério gravame contra a consciência, onde se acham inscritas as leis de Deus.
É então – recomendam as Fontes Espirituais — que se admita o aborto apenas nos casos de risco de morte para a gestante em razão da gravidez, preferindo-se salvar quem já existe.
O desejável é que, ao invés de sexo sem freios, como o estimulado nos apelos midiáticos, o tenhamos sob educação moralizadora. De duas, uma: ou aceitamos o fruto do sexo inconsequente, ou educamo-nos para a união responsável, adotando, se necessário, o uso de contraceptivos, que representam mal menor. A posição absoluta de bem de maior valor pertence à vida, a nada mais!
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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