“Bottom marks”, em tradução livre, “marcas de nascença”, são aquelas que trazemos, para o corpo físico, de uma encarnação para outra. Exemplos comuns são os danos cerebrais, auditivos, visuais, orais. Mas, há também graves prejuízos no sistema orgânico geral. Quem não conhece casos de sérias enfermidades cardíacas, digestivas, respiratórias, assim como aleijões restritivos de mobilidade, sem causas na vida atual, oferecendo nítidas sugestões de auto agressões ao próprio corpo.
São marcas que denunciam havermos cometido algum gesto culposo, cuja natureza lhes diz respeito. Somos uma trindade convivendo num corpo formal: o espírito (que é a essência do ser), o perispírito (corpo fluídico, que é a fôrma, o nosso modelo organizador biológico, que ao corpo liga o espírito) e o corpo tangível, todos atuando de maneira integral. O espírito pensa, o perispírito transmite e o corpo material age.
O gravame, por exemplo, de um gesto suicida, por força de sua culposa carga psíquica, imprimirá as respectivas consequências no perispírito, que modelará, em futura encarnação, um corpo com os defeitos e sinais energeticamente registrados.
Sabe-se que, do ponto de vista biológico, é o DNA que, nas suas diversas mutações, determina as deformidades (os “bottons marks”), mas sempre atuando como fator determinante primário a individualidade espiritual, o ser que pensa, sente e age, segundo sua carga consciencial.
Vê-se que o suicídio é um terrível complicador do nosso estado espiritual, razão bastante para que seja abolido das injunções conscienciais do homem.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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