ECONOMIA

Produção industrial recua em junho


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Os dados mais recentes da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), divulgados pelo IBGE, mostram que a produção industrial brasileira recuou 1,8% em junho de 2026 na comparação com o mês anterior (série com ajuste sazonal). Trata-se do segundo resultado negativo consecutivo do setor.

Desempenho por Categorias Econômicas

Todas as quatro grandes categorias pesquisadas registraram recuo no mês de junho: Bens de consumo semi e não duráveis: -4,1%. Bens de consumo duráveis: -3,2%. Bens de capital: -1,1%. Bens intermediários: -1,1%

Principais Ramos de Atividade

Dos 25 ramos industriais analisados pelo IBGE, 16 apresentaram taxa negativa na passagem mensal: maior impacto negativo: Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,9%), que acumula queda de 11,8% em dois meses. Outras perdas relevantes: Produtos químicos (-4,3%), alimentos (-1,9%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-11,0%) e confecção de vestuário (-11,0%).

Dados Consolidados do Setor Público

(Banco Central)

Os dados mais recentes das Estatísticas Fiscais, divulgados pelo Banco Central no final de julho de 2026 (referentes aos resultados acumulados até junho de 2026), apresentam os seguintes números para o setor público consolidado (União, Estados, Municípios e Estatais): Déficit Primário (Receitas menos despesas, excluindo o pagamento de juros da dívida): Resultado mensal (Junho/2026): Déficit de R$ 55,3 bilhões. Governo Central: Déficit de R$ 47,2 bilhões. Governos Regionais (Estados/Municípios): Déficit de R$ 6,6 bilhões. Empresas Estatais: Déficit de R$ 1,5 bilhão. Acumulado do 1º Semestre (Jan-Jun/2026): Déficit de R$ 92,3 bilhões. Acumulado em 12 Meses: Déficit de R$ 157,2 bilhões, o equivalente a 1,19% do PIB.

Dívida Pública

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG): Valor total: R$ 10,8 trilhões. Proporção em relação ao PIB: 81,9% do PIB. A DBGG engloba o Governo Federal, INSS e os governos estaduais e municipais. Dívida Líquida do Setor Público (DLSP): Valor total: R$ 9,0 trilhões. Proporção em relação ao PIB: 68,5% do PIB.

Dicas financeiras para o MEI

(Microempreendedor Individual) (1)

Separe a conta física da conta jurídica (PF vs. PJ). Misturar contas pessoais com as da empresa é um dos erros mais comuns e caros. Mantenha uma conta bancária PJ (muitos bancos digitais oferecem opções gratuitas) e estabeleça um pró-labore fixo mensal para suas despesas pessoais. Isso impede que o caixa do negócio seja sangrado sem você perceber. Revise custos fixos e negocie taxas bancárias e de maquininhas. Analise mensalmente todos os seus custos fixos: assinaturas digitais, planos de telefone, hospedagem de site e, principalmente, as taxas de cartão e maquininha. Como as taxas de crédito/débito variam muito no mercado, negociar com sua credenciadora ou trocar por alternativas mais baratas (ou incentivar pagamentos via Pix) gera economia imediata.

Dicas financeiras para o MEI

(Microempreendedor Individual) (2)

Aproveite os incentivos fiscais e evite multas no DAS. Pague o boleto do DAS-MEI rigorosamente em dia para evitar juros, multas e perda da cobertura previdenciária. Além disso, aproveite os benefícios da categoria, como a isenção de impostos federais sobre o faturamento do MEI (respeitando o limite anual) e descontos oferecidos por parceiros do Sebrae em softwares, cursos e serviços. Planeje as compras de estoque e insumos em rede. Comprar em pequena quantidade costuma custar mais caro. Para economizar, faça um controle rigoroso de estoque para comprar em volumes maiores nos momentos certos ou junte-se a outros pequenos empreendedores do seu setor para fazer compras coletivas diretamente com fornecedores/atacadistas, obtendo descontos de atacado.

Mude já, mude para melhor!

Pai: a nossa primeira referência de força, o nosso porto seguro nos momentos incertos e o amor silencioso que nos guia por toda a vida. Feliz Dia dos Pais! Mude já, mude para melhor!

 

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