Uma mulher foi até a casa do amante para revelar o relacionamento extraconjugal à esposa dele, e a situação acabou em agressões e intervenção da polícia na madrugada deste domingo (8), em Taubaté.
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A confusão aconteceu por volta de 0h05, em uma residência no Parque Três Marias, e envolveu duas mulheres, de 31 e 52 anos, além de um homem de 31 anos. A Polícia Militar foi acionada após denúncia de violência doméstica.
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Discussão começou após revelação do caso
De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher de 31 anos foi até a casa do homem para conversar com a esposa dele sobre o relacionamento extraconjugal.
Segundo o relato da esposa, a amante teria ido falar sobre o fim do relacionamento extraconjugal. A conversa, no entanto, evoluiu para uma discussão e acabou em agressões físicas entre as duas mulheres.
Ainda conforme a versão apresentada pela esposa, durante a confusão o marido teria apertado seu pescoço e chutado sua barriga, acusação que foi negada por ele.
Versões diferentes sobre a briga
Já a mulher apontada como amante afirmou à polícia que foi até o portão da residência para explicar a situação à esposa do homem. Segundo ela, após alguns minutos de conversa, a esposa teria partido para a agressão, dando início a uma briga com troca de empurrões e agressões.
O marido confirmou aos policiais que é casado e que mantinha um relacionamento extraconjugal com a mulher mais nova. Ele relatou que encontrou a amante no portão e que ela queria revelar o caso à esposa.
Ainda segundo o homem, quando a esposa chegou, as duas começaram a brigar e ele interveio apenas para separá-las.
Homem diz ter sido agredido por vizinho
O homem também afirmou que, depois de apartar a briga, foi agredido por um vizinho. No entanto, a pessoa citada não estava no local quando a polícia chegou. Os relatos apresentados às autoridades divergem em alguns pontos, principalmente sobre as agressões envolvendo o marido.
A ocorrência foi registrada como lesão corporal com lesões recíprocas no distrito policial da área.
De acordo com o boletim, ninguém foi preso em flagrante. As partes foram orientadas sobre o prazo de seis meses para eventual representação criminal, mas, naquele momento, nenhuma delas manifestou interesse em prosseguir com a denúncia. O caso foi encaminhado para investigação.