A Prefeitura de Campinas protocolou nesta terça-feira (30) na Câmara Municipal o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA), estimado em R$ 11,7 bilhões para 2026, o que representa um crescimento de 8,5%. O texto segue agora para análise dos vereadores.
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Segundo o secretário de Finanças, Aurílio Caiado, a proposta mantém a prioridade em áreas de maior demanda da população. “Entregamos hoje uma peça que propõe, mais uma vez, que a maior parte dos recursos vá para as áreas de maior demanda da população e também para a manutenção da cidade. É um compromisso assumido que estamos cumprindo”, afirmou.
Na divisão dos recursos, Educação e Fumec somam R$ 2,649 bilhões (R$ 2,378 bi para Educação e R$ 270,6 mi para a Fumec). A Saúde receberá R$ 2,365 bilhões, incluindo a Rede Mário Gatti. Já a Secretaria de Serviços Públicos terá R$ 813 milhões, e a Assistência Social, R$ 417,6 milhões. Para Transportes, o orçamento previsto é de R$ 334,4 milhões.
No campo previdenciário, o Camprev terá aporte de R$ 1,94 bilhão. Já os Encargos Gerais — que englobam pagamento da dívida, precatórios e aportes ao Camprev — chegam a R$ 1,268 bilhão.
O projeto ainda reserva R$ 256 milhões para a Câmara Municipal e R$ 113,8 milhões para emendas impositivas dos vereadores.