TRABALHO

Bares e restaurantes da RMC têm 5º mês com mais contratações

Por Andréia Marques | Especial para Todo Dia Campinas
| Tempo de leitura: 1 min
Flávio Paradella
Bares e restaurantes de RMC fizeram mais contratações no primeiro semetre
Bares e restaurantes de RMC fizeram mais contratações no primeiro semetre

O setor de alimentação, formado por bares e restaurantes da Região Metropolitana de Campinas (RMC), fechou o primeiro semestre com 452 novos empregos criados. Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta semana. Foi o quinto mês seguido com mais contratações do que demissões no segmento.

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Só no mês de junho, foram 170 novas vagas com carteira assinada. De acordo com o Caged, em junho, o grupo de alimentação registrou um total de 2.885 admissões e 2.715 demissões, resultando em um saldo de 170 novos postos de trabalho.

Dos 20 municípios que integram a RMC, 12 tiveram saldo positivo. Americana liderou o grupo, com saldo positivo de 83, seguida por Campinas (51), Sumaré e Vinhedo (20) e Holambra (19). Dentre as sete cidades com saldo negativo, Santa Bárbara d'Oeste lidera (-124), seguida de Indaiatuba (-19), Jaguariúna (-11), Monte Mor (-8) e Itatiba (-2). Cosmópolis foi o único município da RMC com saldo zerado.

“Isso mostra a importância dos bares e restaurantes tanto para a economia das cidades quanto na geração de empregos, mesmo com as dificuldades para manter os pagamentos e contas em dia”, diz André Mandetta, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) Regional Campinas.

Ele lembra que, em junho, o setor registrou queda de 0,7% no volume de vendas, segundo dados do Índice de Atividade Econômica Abrasel-Stone, como uma das dificuldades. “A maioria dos bares e restaurantes ainda não se recuperou totalmente dos prejuízos oriundos da pandemia e muitos ainda estão inseridos no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que prevê redução de carga tributária e, consequentemente, uma melhoria no fluxo de caixa”, lembra o presidente da Abrasel.

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