GASTOS

Moradores da RMC devem gastar 9,8% a mais com turismo e hospedagens em 2023

Por Leonardo Vieira | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
Gastos devem somar R$ 2.163 bilhões, em 2023, contra R$ 1.970 bilhão gasto no ano passado
Gastos devem somar R$ 2.163 bilhões, em 2023, contra R$ 1.970 bilhão gasto no ano passado

Um estudo anual sobre a intenção de consumo, feito pela consultoria IPC Maps, apontou que os moradores da RMC (Região Metropolitana de Campinas) devem gastar 9,8% a mais neste ano com viagens de passeio, turismo, alimentação e passagens. O levantamento aponta que os gastos com esses itens devem somar R$ 2.163 bilhões, em 2023, contra R$ 1.970 bilhão gasto no ano passado.

Segundo o estudo, o movimento do turismo regional impacta nos negócios do setor hoteleiro e expande empresas no setor de alojamento. Atualmente, a região de Campinas conta com 613 empresas que atuam neste setor, 2,5% maior que no ano passado.

Os números ainda apontam que o maior volume de gastos com viagens e hotéis deverá se concentrar entre as famílias de classe B, com R$ 1.014 bilhão até dezembro. A classe C aparece na segunda colocação de intenção de gastos, com R$ 496,566s milhões, seguida pela Classe A, R$ 428,224 milhões, e a trabalhadores da Classe D/E 31.514 milhões.

Para Vanderlei Costa, presidente do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau (CRC&VB), entidade que trabalha pelo fomento da hotelaria e do turismo na região, afirma que os números do setor de hospedagem na RMC estão em crescimento desde janeiro do ano passado.

“Com a retomada dos eventos corporativos e a volta de diversos shows presenciais, os hotéis passaram a trabalhar com mais de 60% de sua capacidade de ocupação, índice que vem se mantendo em estabilidade ao longo do ano”, afirmou.

Segundo Vanderlei, a região é um polo excelente para eventos e atrações turísticas. “Embora uma parcela significativa dos moradores desconheça, nossa região tem diversas atrações e pontos turísticos que podem ser melhor aproveitados e desfrutados nos finais de semana, o que elevaria ainda mais os gastos”, comenta.

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