O IB (Instituto Biológico) do Estado de São Paulo determinou que a queda da árvore que vitimou um rapaz de 36 anos no dia 28 de dezembro foi causada por conta de umidade no solo e trepidação por conta dos carros que passam pela região. Além deste relatório, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento e Fitossanidade, do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), havia divulgado o resultado da análise no dia 19 de janeiro.
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As análises comprovam que uma figueira branca de 35 metros de altura e com estimativa de ter 100 anos, estava saudável e a queda ocorreu por fatores climáticos, como alto índice de chuvas e ventos, e solo encharcado.
"Corroborando com o laudo realizado pelos técnicos da Prefeitura Municipal, aventa-se que houve a ruptura na área radicular, devido as vibrações decorrentes do trânsito automotivo constante, movimentação, sombreamento, friabilidade e drenagem do solo, somados aos adventos climáticos", informou o laudo.
No documento do Instituto Biológico consta que a árvore não apresentou atividades ou danos provocados por cupins ou outros insetos que pudessem levar à queda. “Esses laudos técnicos apontam que a queda da figueira branca foi por razões meteorológicas, como excesso de chuvas e ventos, e a saturação do solo”, diz o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella.
No dia 28 de dezembro, o técnico em eletrônica Guilherme da Silva estava passando pela Rua General Marcondes Salgado, que fica ao lado do Bosque dos Jequitibás. No momento, havia uma chuva forte na cidade e uma árvore de mais de 30 metros o atingiu. Os bombeiros precisaram cortar os galhos da figueira para conseguir retirar o corpo e o carro da vítima.
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