NESTE SÁBADO

Mario Gatti realiza mutirão de diagnóstico contra câncer de pele; veja como participar

Por Redação | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/PMC
Unidade recebe os pacientes das 9h às 15h
Unidade recebe os pacientes das 9h às 15h

O hospital municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas, realiza neste sábado, 3, um mutirão de diagnóstico de câncer de pele. A ação acontece das 9h às 15, no ambulatório de dermatologia do hospital, e é aberta ao público em geral.

Realizado pela FCM (Faculdade de Ciências Médicas) da Unicamp, o mutirão é uma oportunidade para cuidar da pele e tirar dúvidas. Segundo especialista, quando diagnosticado precocemente, o câncer de pele tem um dos maiores índices de cura existentes (leia mais abaixo).

Como participar?  
Para ser beneficiado pela ação, basta ir até o Mário Gatti, que fica na avenida Prefeito Faria Lima, número 340, no Parque Itália. Lá, basta comunicar na recepção que o objetivo é participar do mutirão e se dirigir até o local onde será realizado.

Não é necessário ter encaminhamento ou realizar agendamento prévio para a ação.

O que vai ter? 
A ação tem como slogan “não espere sentir na pele” e, além do diagnóstico para o câncer, vai oferecer ainda orientação de prevenção.

Segundo a Assessoria de Imprensa do HC (Hospital das Clínicas), as pessoas que tiverem diagnóstico positivo serão encaminhadas para o tratamento.

Por que participar? 
Segundo a dermatologista Andréa da Costa França, da Unicamp, é importante ter o diagnóstico rapidamente.

“A grande importância para a população de uma forma geral é que o câncer de pele, quando detectado precocemente, tem um dos maiores índices de cura existentes. Para os casos em que houver identificação de lesões suspeitas, o paciente será encaminhado para tratamento imediatamente”, afirma a dermatologista.

Sobre 
O câncer de pele é o tipo mais frequente no mundo todo. Andréa explica como a doença age: “o câncer de pele é uma alteração da pele, ou seja, ela é modificada por efeitos nocivos, principalmente da exposição solar. Quando há uma modificação da célula saudável, inicia-se uma proliferação exagerada e anormal”.

Ainda de acordo com a especialista, o grupo que têm mais risco de desenvolvimento é do ‘Fototipo I e II’. Pessoas com a pele clara, sardas, cabelos e olhos claros. 

Sintomas 
Algumas alterações surgem na pele quando a pessoa começa a desenvolver. “É muito importante que o paciente observe se existem alterações em sua pele, principalmente lesões em geral assimétricas, que podem formar uma ferida ou úlcera central, que apresentem coceira, sangram facilmente e que nunca cicatrizam”, ressalta Andréa.

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