“Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é sem fundamento, e sem fundamento também é a vossa fé. Se os mortos não ressuscitam, estaríamos testemunhando contra Deus que ele ressuscitou Cristo” (1 Cor 15,14-15).
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Os acontecimentos mais decisivos são as diferentes aparições de Cristo ressuscitado a pessoas que tinham intimidade com Ele. Estas acontecem em variadas situações do cotidiano. Maria Madalena e outras mulheres encontram o Ressuscitado no jardim do sepulcro; outros o encontram caminhando, ou pescando e em refeições. Tudo o que aconteceu nesses dias pascais dá início a construção de novos tempos.
Cristo ressuscitou e isso foi visto pelos discípulos. O corpo de Jesus não estava ali, pois só encontraram as faixas e o sudário. O Filho de Deus não ficou no sepulcro, porque não podia continuar prisioneiro da morte. O túmulo não poderia finalizar Aquele que é a fonte da vida.
Crer que Jesus ressuscitou é reconhecer que o mal e a morte, o ódio e o pecado, a desgraça e a vingança, não têm a última palavra, pois o amor de Deus é muito mais forte que a morte. Deus Pai mostra que uma vida como a de Jesus não se pode perder, nem a dele nem a nossa. Basta para nós viver nesta expectativa: o amor de Deus é mais forte que a nossa fragilidade e Cristo é a nossa vida e nos convida a viver na Sua graça.
E neste dia de alegria verdadeira, o Santuário Nacional de Aparecida motiva a cada devoto a realmente viver esse momento, onde a tristeza é vencida pela alegria da vida que brilha para sempre, pelo símbolo do Círio Pascal. É o ressuscitado, a luz que ilumina a nossa vida! Vamos nos unir à chama da fé acesa à toda Igreja e sejamos testemunhas alegres da presença do Ressuscitado.