Um terreno particular, cujos vizinhos não conseguem localizar o responsável, tem gerado queixas de moradores, que se preocupam, há muito tempo, com o fato de ele ter se tornado uma “maternidade de insetos” no quarteirão 12 da Alameda Copérnico, no Parque Roosevelt, em Bauru.
De acordo com uma munícipe que reside no bairro, Maria Rosa Oliveira, autônoma de 57 anos, o cunhado dela, um aposentado de 89 anos, limpava o local por muitos anos, mesmo não sendo o proprietário. Recentemente, ele chegou a fechar o terreno, provisoriamente, com telas, para impedir que mais lixo e entulhos fossem depositados ali, mas foi orientado a parar de cuidar do espaço por não ser dele.
“Tem mato alto, telhas, sofá, plástico, roupas e muito lixo. Sem contar que isso é um criadouro de escorpião e dengue. Gostaria que a prefeitura tomasse uma providência por nós. Não tem condições de termos um terreno desse jeito aqui, com idosos e crianças morando nas proximidades”, comenta Maria Rosa Oliveira. Todos estes itens jogados ali poderiam ter sido levados aos Ecopontos, em uma responsabilidade compartilhada da população.
O JCNET entrou em contato com a prefeitura, por meio da assessoria de imprensa, para saber sobre fiscalização, e aguarda resposta.