EM ITATINGA

Professor de projeto social é preso suspeito de abusar de alunas

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil reforça que a denúncia é essencial para interromper ciclos de violência
A Polícia Civil reforça que a denúncia é essencial para interromper ciclos de violência

Itatinga - Um professor de um projeto social de Itatinga (120 quilômetros de Bauru), na região de Botucatu, foi preso em flagrante por policiais civis do Grupo de Investigação em Área Rural (Giar) durante a operação "Giar por Elas", deflagrada pela delegacia da cidade com o objetivo de garantir a segurança de mulheres, crianças e adolescentes no campo e na cidade.

A prisão ocorreu na tarde de sexta-feira (20), após uma aula particular ministrada pelo investigado, de 37 anos, em sua residência. Segundo o relato das vítimas, duas meninas, de 9 e 11 anos, o professor teria acariciado as partes íntimas delas no quarto do imóvel.

Os abusos foram revelados pelas crianças aos pais e o homem foi preso em flagrante por policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) pela prática do crime de estupro de vulnerável. Na audiência de custódia, teve prisão preventiva decretada pela Justiça.

Outro caso

Neste mesmo mês, no Jardim Parenti, a Polícia Civil de Itatinga havia prendido um homem por descumprir medidas protetivas de urgência e agredir violentamente a irmã, que está grávida, e a própria mãe. Ele também teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

"As investigações concentram esforços na apuração de casos de violência doméstica, ameaças, lesões corporais, perseguição (stalking), descumprimento de medidas protetivas e crimes contra a dignidade sexual, inclusive os praticados contra crianças e adolescentes", explica a polícia, em nota.

"O trabalho policial vai além do registro da ocorrência, envolvendo diligências, oitivas de vítimas e testemunhas, coleta de provas e representações por medidas cautelares e prisões, quando necessárias", completa, ressaltando que a atuação do Giar ocorre de forma integrada com a rede de proteção à mulher e com o Conselho Tutelar.

A Polícia Civil reforça que a denúncia é essencial para interromper ciclos de violência. Vítimas e testemunhas podem procurar a unidade policial mais próxima. Em caso de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar (PM) pelo telefone 190. Denúncias anônimas também podem ser feitas pelo telefone 181.

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