Mais de 1.500 moradores tiveram de deixar suas casas depois que o deslizamento de terra de grandes proporções atingiu Niscemi, no sudoeste da Sicília, na Itália. O fenômeno, provocado por dias de chuvas intensas, conitnua ativo nesta quarta-feira (28) e deixou áreas inteiras do município à beira do colapso.
Segundo autoridades locais, o solo começou a ceder no fim de semana e formou uma frente de cerca de quatro quilômetros, obrigando a evacuação total de três bairros: Sante Croci, Trappeto e Via Popolo. Aproximadamente 300 famílias foram realocadas para outras residências e para um centro esportivo da cidade.
Com cerca de 30 mil habitantes, Niscemi ficou praticamente isolada após o fechamento das principais vias de acesso. Imagens que circulam no país mostram prédios inclinados na borda do barranco e veículos próximos ao precipício.
O chefe da Defesa Civil italiana, Fabio Ciciliano, afirmou que há imóveis considerados inabitáveis e que parte dos moradores não poderá retornar às residências.
Moradores apontam a repetição de deslizamentos na região ao longo das últimas décadas sem ações preventivas efetivas. Um caso semelhante aconteceu há cerca de 30 anos e danificou dezenas de prédios.
O deslizamento é efeito do ciclone Harry, que atingiu a Sicília, o sul da Itália continental e a Sardenha. O governo italiano decretou estado de emergência nacional nessas regiões.
*Com informações da Reuters e Deutsche Welle
La frana di #Niscemi è un allarme su come a causa della crisi climatica i territori in Italia siano più fragili e i cittadini più in pericolo
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