'Gestão' Orlando
Está chegando ao final a 'gestão' Orlando Costa Dias (PSD) à frente do governo de Bauru. O vice-prefeito assumiu interinamente o cargo com a licença de 10 dias da prefeita Suellen Rosim (PSD). Orlando faz uma governança das mais discretas, sem movimentos bruscos e, consequentemente, sem riscos.
Olho em 2028
O vice-prefeito segue firme em seu propósito de ser candidato a prefeito em 2028, de preferência (e como prioridade) com apoio de Suéllen. Talvez isso explique, em grande medida, a cautela de Orlando, que prefere nem dar entrevistas neste período de interinidade. A discrição também faz parte de seu estilo.
'Deixa pra 2029...'
Orlando foi perguntado pela coluna se já havia providenciado a colocação de sua fotografia na galeria dos prefeitos de Bauru, que fica logo na entrada do terceiro andar do Palácio das Cerejeiras. Por estar ocupando o cargo de prefeito, ele teria direito à foto para a história, mas afirmou, sem pestanejar: "Deixa para 2029....". Confiança e determinação são importantes em política.
Vai-e-vem eleitoral
E por falar em futuros mandatos, voltam a circular, nos bastidores da política, rumores de que Suéllen Rosim pode ser candidata a deputada neste ano. Paralelamente (ou alinhadamente), também crescem os rumores de uma candidatura a deputado do atual secretário da Habitação, Anderson Prado. E neste vai-e-vem especulativo, fala-se ainda que Lúcia Rosim, que agora é pré-candidata a deputada estadual, poderia não disputar a eleição. Mas também que poderia fazer dobradinha com Prado.
Novidades no forno
Rumores à parte, o fato é que até abril teremos novidades na dança das pré-candidaturas, que tem ainda nomes já anunciados para concorrer, como Rodrigo Mandaliti (MDB), Estela Almagro (PT), Eduardo Borgo (Novo), Junior Rodrigues (PSD), Dr. Raul (Podemos), Junior Lokadora (Podemos), André Maldonado (PP) e Chiara Ranieri (União).
Desincompatibilização
Governadores, ministros, secretários estaduais e municipais e prefeitos que serão candidatos devem deixar cargos e renunciar a mandatos até seis meses antes da eleição. Ou seja, até abril. Objetivo é evitar o abuso do poder econômico ou político.
Janela partidária
Deputados federais, estaduais e vereadores têm prazo de um mês para trocar de partidos sem risco de perder o mandato por infidelidade partidária. Pelo calendário, a janela partidária ocorre entre 6 de março e 5 de abril.