Em Bauru nasce a cena todo dia.
Quando a cortina da escola se
abre em poesia.
No quadro, no palco, na vida real,
Ele ensina que o sonho também
é profissão vital. Entre livros,
falas e improvisação,
Forma gente, foma almas, forma
coração.
Cada aluno é um papel por
escrever, cada gesto é convite
pra aprender a ser.
Não é só aula, não é só direção,
É chama acesa passando de mão
em mão. Paulo Neves, luz em
cena, voz que conduz,
Professor da arte, do gesto e da
luz. No palco da vida, faz o
medo cair, Ensina a coragem
de existir. Paulo Neves, mestre do
olhar e da vez,
Quem passa por ti nunca é o
mesmo depois.
O teatro é ponte, é casa, é lei,
E teu nome ecoa: ação… três,
dois, um… vai!
Diretor que enxerga além do
papel, vê no silêncio um texto fiel.
Lapida talentos, respeita o tempo,
Sabe que a arte nasce do
sentimento.
Em cada ensaio, uma lição
escondida, Em cada estreia, uma
nova vida. Não forma atores
apenas no chão, Forma cidadãos
com voz e visão.
Se o mundo pesa, o palco
responde,
Se a dor aperta, a cena esconde
E revela verdades que ninguém
diz, Porque o teatro também cura
cicatriz.
Paulo Neves, luz em cena, voz
que conduz, Professor da arte, do
gesto e da luz.
No palco da vida, faz o medo cair,
Ensina a coragem de existir.
Paulo Neves, nome que fica em
cartaz,
Na memória de quem aprendeu a
ir além do óbvio e do atrás.
Bauru aplaude de pé, pode crer,
Porque ensinar arte… também
é viver. E quando a cortina abre
devagar, fica a certeza: ele
ensinou a voar.
Paulo Neves, eterno aprendiz,
Teatro é teu caminho…
e teu país.