OPINIÃO

Mauricio de Souza

Por Prof. Gilberto Sidney Vieira |
| Tempo de leitura: 1 min

Entre 1962 e 1965, dos 25 aos 27 anos de idade, ele residiu na "Cidade Sem Limites". Ele criou uma gama de historinhas (desenhos): a Turma da Mônica. Hoje, está com 90 anos de idade, por sinal, muito lúcido. Em tempos hodiernos prestou depoimento à mídia paulistana sobre um contato ufológico.

Em resumo: ele viajava sozinho em seu carro em dezembro de 1977 de Mogi das Cruzes para SP-Capital. Havia um intenso nevoeiro: ele guiava em baixíssima velocidade. Ele viu, "ex-abrupto", uma luz em movimento à sua frente na linha do horizonte. Paulatinamente a luz vinha aumentando de tamanho. Assustado, ele estacionou o carro no acostamento. Para ter melhor visão do inusitado objeto. Saiu do carro.

Aí o ufo ficou do tamanho de uma lua cheia. Era um objeto achatado por cima e por baixo. Tinha a cor alaranjada. Parecia pesado, metálico. Não fazia barulho algum. Atrás do ufo havia um raio de luz que não esbarrava no objeto. Parecia estar cercado por um campo de força eletromagnética. Ele tentou ver se havia janelinhas. Não tinha. Era como se Maurício estivesse olhando para um poço de lava incandescente. Em frações de segundos o objeto evaporou velozmente. Estava em estado de choque porque não cria em tais ufos. Tudo era só imaginação popular. Mas como agora explicar aquela coisa palpável, física e exótica? Baixou a guarda. Entretanto, jamais revelou à mídia o irrefutável avistamento ufológico. Tinha receio de ser rotulado (nos anos 70) como sendo alguém desequilibrado mentalmente.

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