A Argentina, o "celeiro do mundo", com seu modelo agroexportador, foi no século 20 o país mais rico da Terra, mas após décadas sob crises econômicas, em 2023, véspera do segundo turno, contava com 40% de pobres e 10% de indigentes e o candidato economista "libertário" Javier Milei prometeu virar o jogo e foi eleito.
Suas propostas legislativas encontraram resistência e pouco foram aprovadas, mas Milei cortou drasticamente despesas e reduziu o número de funcionários comissionados.
Após um ano no governo, Milei recuperou a credibilidade Argentina, a economia e o dólar. A esperança do povo ressurgiu e vive num ambiente de prosperidade e crença no futuro.
Enquanto o desgoverno de Lula, com gastos inconsequentes e plano de reeleição, o País é uma nau sem rumo e de difícil recuperação.
O autor é colaborador de Opinião