PRESIDENTE

Apae diz que não fará injustiça a funcionários da gestão passada

Por Bruno Freitas | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Mateus Ferreira/JC
Maria Amélia atual presidente da Apae afirmou ter sido 'pega de surpresa' com as revelações
Maria Amélia atual presidente da Apae afirmou ter sido 'pega de surpresa' com as revelações


Diante da cobrança popular para que a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Bauru realize uma “limpeza” e demita funcionários contratados e considerados de confiança da gestão de Roberto Franceschetti Filho, a atual presidente da entidade, Maria Amélia Moura Pini Ferro, afirmou em entrevista ao vivo no Cidade 360º, na manhã desta segunda (16), que não cometerá injustiças. O programa é uma parceria entre JC/JCNET e a rádio 96FM.

A atual mandatária, que era vice-presidente, assumiu a entidade após a prisão de Franceschetti Filho e sua destituição do cargo em assembleia. “Quem é bom funcionário e trabalha corretamente, sendo parente ou contratado na gestão do Roberto, continuará”, destacou ela, referindo-se ao fato de que não demitirá quem não está sendo investigado e, portanto, não teria cometido crime algum. Na sexta-feira (13), ela já havia efetuado uma demissão, devido ao possível envolvimento de uma profissional no escândalo. Desde então, outros trabalhadores do setor administrativo da gestão de Roberto permanecem em seus cargos. Nas redes sociais, a população pede uma "limpa geral".

Em entrevista recente ao JC, concedida na sede da instituição, na sexta-feira (13), Maria Amélia afirmou ter sido "pega de surpresa" com as revelações feitas pela Polícia Civil. Ela defende mudanças no regramento das entidades — o estatuto da Apae Bauru, por exemplo, está sendo revisto — e admite: "falhamos nos nossos controles".

A presidente também declarou que a Apae foi vítima de toda essa situação e destacou que a instituição não pode interromper seus serviços, dos quais dependem milhares de bauruenses.

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