MORTO EM JUNDIAÍ

DIG prende empresário investigado no caso Renan Sposito Miossi

O empresário, muito conhecido, é suspeito de ter comprado o celular e notebook roubados de Renan Sposito, morto no mês passado, cujo corpo foi encontrado em uma casa no Eloy Chaves

Por Fábio Estevam | 14/05/2024 | Tempo de leitura: 2 min
Polícia

JORNAL DE JUNDIAÍ

O empresário foi preso pela DIG por receptação de um celular roubado
O empresário foi preso pela DIG por receptação de um celular roubado

Um empresário bastante conhecido em Cabreúva, suspeito de ter comprado o celular e notebook roubados de Renan Sposito Miossi - morto no mês passado, em Jundiaí -, foi preso por receptação, nesta terça-feira (14), em Cabreúva, durante operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Apesar de os aparelhos de Renan não terem sido localizados, os policiais encontraram no estabelecimento dele um celular roubado, o que resultou em sua prisão em flagrante e sem direito à fiança, uma vez que ele já tem diversas passagens por receptação e outros crimes.

De acordo com o delegado-assistente Roberto Souza Camargo, as investigações revelaram, até o momento, que foi o empresário quem comprou os aparelhos roubados de Renan, vendidos a ele justamente pelo suspeito de ter matado a vítima e ocultado seu corpo, em uma casa no bairro Eloy Chaves, em Jundiaí - o corpo de Renan foi encontrado por policiais da DIG no dia 15 de abril, três dias após o desaparecimento da vítima. Já o suspeito do crime, foi preso no dia 17 de abril, em Cabreúva, por policiais militares da 2ª Cia do 11º Batalhão, em cumprimento de mandado de prisão requisitado pela DIG.

A OPERAÇÃO E A PRISÃO

Após a prisão no dia 17 do mês passado, do principal suspeito de matar Renan Sposito, os detetives da DIG deram sequência às investigações, chegando a este empresário, no bairro Jacaré, em Cabreúva, como possível receptador dos aparelhos roubados da vítima. Foi requisitado à Justiça mandado de busca e apreensão, com objetivo de encontrar os produtos e obter mais informações sobre o crime. Já com o mandado em mãos, os detetives cumpriram nas primeiras horas da manhã desta terça-feira.

O primeiro alvo foi a casa do empresário, mas nem os aparelhos buscados ou qualquer outro produto ilícito foram encontrados. Sendo assim, os investigadores rumaram para o estabelecimento comercial dele, no Jacaré, onde também não localizaram o celular e notebook de Renan. Por outro lado, durante a varredura os detetives encontraram um aparelho celular, cujo pesquisa acusou queixa de roubo.

O empresário foi conduzido à DIG, em Jundiaí, onde foi indiciado pela receptação do celular, com abertura de inquérito para investigação. Após o indiciamento ele foi levado para o Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista, onde vai aguardar para ser submetido a audiência de custódia nesta quarta-feira (15).

Quanto aos aparelhos de Renan, ele confessou ao delegado Roberto Camargo que de fato comprou o celular, mas que não chegou a receber aparelho, vendido a ele pelo suspeito de ter matado a vítima.

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