Divulgado pelo Instituto Copernicus, uma braço da Organização Meteorológica Mundial, citam que o ano de 2023 é o ano mais quente da história em 125 mil anos, e citam eles que tem tudo a ver com as mudanças climáticas, o aumento do CO2 dos combustíveis fósseis e as ações humanas na degradação das florestas, principalmente em nossa Amazônia.
Para o Brasil, sobrou a informação de que esse fenômeno será até o mês de abril de 2024, onde teremos um verão infernal, principalmente pelo desmatamento na Floresta Amazônica, que chegou a 9.000 km2, de agosto de 2022 a julho de 2023.
Lamentavelmente os governantes não conseguem reduzir as emissões dos gases do efeito estufa, onde, na COP15 em Paris, citaram que desde a era da revolução industrial o Planeta está sofrendo com as elevações e piorou mais com a Guerra da Rússia contra a Ucrânia, onde os russos cortaram o gás natural e a União Europeia foi obrigada a se utilizar do carvão, com a elevação de 1,00, grau cuja temperatura total chegou a 2,6 graus.
Poucos sabem, porém, que os cientistas já previram que se a temperatura chegar a 3.00 graus, no Hemisfério Norte ou Sul, nenhum tipo de commodities como soja, trigo, milho e cevada resistirá ao calor infernal, como definem eles, as sementes não germinarão, e a escassez de água afetará 4 bilhões de seres humanos, além do fornecimento da energia elétrica.
Esse é um retrato do mundo hoje, não são as Centúrias de Nostradamus, mas sim a Lei da Causa e Efeito porque a Natureza agora reage e se defende em legítima defesa.
Quem sobreviver verá...
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