Longe do tormento de uma inflação galopante que em maio de 2022 acumulava alta de 11,73%, passados 12 meses, neste mesmo período de 2023 despencou para 3,94%.
Conforme divulgou o IBGE, o índice do IPCA ficou em 0,23% contra 0,61% de abril. E para este mês de junho, conforme indicadores de mercado, poderemos ter deflação.
Esse bom comportamento da inflação, que em exatos 12 meses caiu de 11,73% para 3,94%, justiça seja feita, se deve muito à decisão do Banco Central, que foi o primeiro no mundo a começar a elevar juro da taxa básica.
Como a nossa Selic, já que fez a leitura correta de que a pandemia e guerra da Ucrânia, poderia rapidamente gerar desabastecimento, encarecendo produtos básicos para indústria e consumo final.
E se o PT e o presidente Lula tivessem um mínimo de ética pública e valorizassem aqueles que colaboram com o País, no lugar de ficarem ofendendo o presidente do BC, Roberto Campos Neto, deveriam reverenciá-lo pela queda da inflação.
Que, apesar de uma previsão de alta em julho, hoje a nossa inflação, graças à alta de Selic para 13,75%, é uma das mais baixas do mundo.
E tudo leva a crer que, com a aprovação do arcabouço fiscal, e andamento das tratativas para aprovação da reforma tributária, no mês de agosto a taxa Selic poderá iniciar um ciclo de redução, assim como também os juros bancários.