OPINIÃO

O mosquito carijó

Por Francisco Antonetti Torrecilha |
| Tempo de leitura: 1 min

Estou vendo a emissora de TV e a Prefeitura empenhadas em fazer a limpeza dos bairros dos bairros de Bauru e região. Esse trabalho visa a diminuir o aumento do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.

É uma vergonha as pessoas não realizarem a limpeza adequada na sua área de moradia.

Afinal, se a gente der oportunidade ao mosquito, ele se proliferará e vamos sobrecarregar os postos de saúde, além de correr risco de vida.

Estamos cheios de vírus por aí. Eu, inclusive, já senti na pele muitos deles: sarampo, catapora (varicela), rubéola e caxumba. E o pior: à época, não existia vacina para dar uma acalmada ou evitar os surtos.

As mães recorriam aos chás e tratamentos alternativos. Hoje muito evoluiu e as Prefeituras têm postos de saúde com atendimento gratuito.

Contudo, ainda assim, muitas famílias deixam de vacinar seus filhos.

O sarampo, por exemplo, está voltando. A catapora que nós pegávamos antigamente me faz recordar a varíola do macaco de agora. A Covid-19 atingiu o mundo e fez um grande e alarmante número de vítimas.

Os pais devem vacinar seus filhos, sempre que houver oportunidade, e não deixar de realizar a limpeza na área da sua casa para que o mosquito vá para outra freguesia, bem longe da civilização.

Que carijó seja só aquele que tem penas porque esse carijó Aedes aegypti não tem pena de ninguém.

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