"Estou realizando o maior sonho da minha vida". É assim que a bauruense Izabela Suzuki, 25 anos, estudante de Jornalismo da Unesp, descreve o seu atual momento. Desde novembro do ano passado, ela está na Flórida, Estados Unidos, para viver a experiência de trabalhar na Disney.
Selecionada para ser "seater" no restaurante 50's Prime Time Café, no Hollywood Studios, um dos parques temáticos da empresa, a jovem é responsável por receber e acomodar clientes das mais diversas partes do mundo. "É preciso ter habilidade para administrar todas as circunstâncias, inclusive as mais críticas, quando pessoas ficam frustradas por não conseguir mesa".
Trabalhando por uma temporada, durante as férias da faculdade, Izabela conta que a Disney paga os salários semanalmente, além de oferecer transporte para o serviço e vagas em seu Housing, condomínio que conta com academia, sala de estudos, piscina e hidromassagem. O aluguel é descontado das remunerações. "É bom morar lá porque estou sempre junto dos amigos que fiz", descreve, acrescentando que divide moradia com uma outra bauruense e duas jovens estadunidenses.
Além disso, segundo ela, os funcionários recebem descontos ao adquirir qualquer produto da Disney e ainda têm acesso gratuito a todos os parques, em qualquer dia da semana, desde que não estejam escalados para trabalhar. "Tenho uma jornada semanal de 30 a 40 horas e, nas horas vagas, vou aproveitar. É o que a maioria dos que estão trabalhando aqui fazem", diz.
'LUGAR FAVORITO'
Entre os momentos marcantes vividos até agora, a estudante cita a oportunidade de assistir à queima de fogos da Virada do Ano, além de conhecer visitantes e funcionários das mais diversas nacionalidades. "Poder estar no meu lugar favorito do mundo é uma memória que eu vou guardar para sempre".
Izabela terminará sua temporada na Disney, que ela compartilha em seu Instagram (@belasuzuki), em 16 de fevereiro, mas ficará mais um mês nos Estados Unidos para conhecer Nova Iorque com o namorado, que ainda está no Brasil. Segundo a estudante, o trabalho foi possível por meio do Walt Disney World International College Program, voltado a universitários do mundo todo. Além de falar inglês fluente e estar matriculada em um curso de ensino superior, critério básico para conseguir se inscrever no processo seletivo, ela acredita que o fato de ser extrovertida também contribuiu para a conquista da vaga.