Lula refém da economia

Por Paulo Panossian |
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Se o futuro presidente não privilegiar ações que resultem em avanços na área econômica, como do equilíbrio fiscal, respeito as regras de mercado, que traduza em estímulo ao investimento, criação de empregos e distribuição de renda, sua preocupação e objetivo de erradicar a pobreza vai sucumbir.

Ou seja, com a situação adversa que recebe das contas públicas, Lula, literalmente, vai iniciar sua gestão como refém da economia. E não será com discursos populistas, ou culpando seus antecessores que vai ser aclamado como um bom presidente.

E como tem indicado bons nomes para os ministérios da Justiça, Saúde, Educação, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, que Jair Bolsonaro, literalmente, desprezou essas importantes áreas, as mesmas que não saiam das negativas manchetes da nossa imprensa, o foco, a partir de 1 de janeiro, desde de sua posse, é o da área econômica. E não pode agir como ocorreu nos seus dois mandatos anteriores, um inimigo das privatizações, das reformas vitais como da Previdência (que foi aprovada com Bolsonaro) da tributaria, administrativa, etc.

Ou seja, o Brasil não aceita mais retrocesso econômico e social, como o que foi promovido, infelizmente, nestes últimos 20 anos com os governos petistas e de Jair Bolsonaro.

Juízo, Lula!

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