A morte de Pelé foi notícia no Brasil e no mundo em rádios, jornais e TVs. Estas mostraram sua vida com detalhes e tudo o que ele representou no futebol. Um canal exibiu a casa onde ele nasceu, em Três Corações, que foi reconstruída, o quarto onde ocorreu parto, seu berço e afins. É uma atração turística. O jornalista Luiz Carlos Cordeiro tentou criar o Museu do Pelé na casa onde ele morou, na rua 7 de Setembro. Não teve sucesso. Também seria uma atração turística. O JC dedicou a capa e 5 páginas ao fato mundial com texto de Bruno Freitas. Um detalhe: Bauru, onde ele nasceu para o futebol, foi muito pouco lembrada. Uma injustiça foi com relação ao esquecimento de Waldemar de Brito, craque do futebol brasileiro e argentino. Ele foi técnico do BAC. Via Pelé jogar Baquinho. Reconheceu suas qualidades e o levou para o Santos e para o mundo. Esse noticiário da morte dele vai até dia do sepultamento e pode continuar. Vai dar tempo de Waldemar de Brito ser lembrado pela imprensa como descobridor do Atleta do Século, inclusive pelo JC, salvo engano da minha parte. Aguardemos.
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