Se ela bater à sua porta, vai atendê-la. Será importante ouvir o que lhe tem a dizer sobre sua presença, e como compreendê-la, antes que a outros atinja, e os faça sofrer. Abro a porta. Cabisbaixa, naquele instante, ela me diz: obrigada, irmão, veja o meu estado, entre tantos, de todos, o mais degradante, quase me não sai a voz, corpo debilitado.
Caquética, exangue, continua: sou fruto do egoísmo, no mundo, onde poucos possuem muito, enquanto a maioria nada tem para a subsistência. Esquecem-se do semelhante moribundo que vaga pelas trevas da existência.